C G Bm G Am G
G
Quando o inverno setena
C
E vai chegando setembro
Am
É com tristeza me lembro
Bm G
E choro sempre sem perecido
C
Lembro dos campos floridos
G
Os versos destes boais
Bm
Hoje não resta mais nada
G
Daquele meu paraíso
G C G D7 G
G
A mão do homem seteira
C
A golpe do seu machado
Am D7
Foi transformando em rocha do
Bm G
As matas do meu sertão
C
Aquela serra de outrora
G
Hoje não resta mais nada
Am Bm
A chuva formou enxurrada
G
E arrastou pro ribeirão
G C G Am G Bm G
G
Onde estão os passarinhos
C
E o caminho das florestas
Bm Am
Que de manhã sempre peça
Bm G
Saldava o som do sertão
C
Até as águas dos rios
G
Pouco a pouco vão morrendo
Bm Am
E se desaparecendo
Bm G
De tantas poluições
C G Am G D7 G
G
Peço aos homens das cidades
C
E também do interior
Am
Do pequeno lavrador
Bm G
Até do grande fazendeiro
C
Não faça mais derrubadas
G
Das matas que ainda resta
Am Bm
Porque de pente da floresta
G C G Bm
É dever dos brasileiros
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