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Javert's suicide

Les Miserables

Suícidio de Javert

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(Javert walks the deserted streets until he comes to a bridge over the river Seine)

JAVERT
Who is this man?
What sort of devil is he
To have me caught in a trap
And choose to let me go free?
It was his hour at last
To put a seal on my fate
Wipe out the past
And wash me clean off the slate!
All it would take
Was a flick of his knife.
Vengeance was his
And he gave me back my life!

Damned if I'll live in the debt of a thief!
Damned if I'll yield at the end of the chase.
I am the Law and the Law is not mocked
I'll spit his pity right back in his face
There is nothing on earth that we share
It is either Valjean or Javert!

How can I now allow this man
To hold dominion over me?
This desperate man whom I have hunted
He gave me my life. He gave me freedom.
I should have perished by his hand
It was his right.
It was my right to die as well
Instead I live... but live in hell.

And my thoughts fly apart
Can this man be believed?
Shall his sins be forgiven?
Shall his crimes be reprieved?

And must I now begin to doubt,
Who never doubted all these years?
My heart is stone and still it trembles
The world I have known is lost in shadow.
Is he from heaven or from hell?
And does he know
That granting me my life today
This man has killed me even so?

I am reaching, but I fall
And the stars are black and cold
As I stare into the void
Of a world that cannot hold
I'll escape now from the world
From the world of Jean Valjean.
There is nowhere I can turn
There is no way to go on....

(He throws himself into the swollen river)

(Javert anda lentamente pelas ruas desertas e então chega a uma ponte sob o rio Sena)

JAVERT
Quem é esse homem?
Que tipo de demônio ele é
Para me ter preso em sua armadilha
E assim mesmo me deixar livre?
Finalmente era seu momento
De selar meu destino
Limpar seu passado
E me destruir de vez!
Tudo que precisaria
Era uma punhalada de sua faca
A vingança era dele
E ele devolveu-me a vida!

Maldito seja se eu viver em dívida com um ladrão!
Maldito seja que chegamos ao fim dessa caça
Eu sou a Lei e a Lei não pode ser zombada
Eu cuspirei em sua cara
Não há no mundo que devemos compartilhar
Ou é Valjean ou Javert!

Como eu posso permitir que esse homem
Tenha domínio sobre mim?
Esse desesperado que eu cacei
Ele devolve-me a vida. Ele me deu a liberdade.
Eu deveria perecer pelas suas mãos.
Era o seu direito.
E era o meu direito ter morrido.
Ao invés disso, eu vivi... mas vivi condenado.

E os meus pensamentos vagueiam
Como esse homem pode ser verdadeiro?
Seus pecados deveriam ser perdoados?
Seus crimes devem ser deixados de lado?

E eu começo a duvidar,
Eu que nunca duvidei todos esses anos?
Meu coração é de pedra e assim mesmo fraqueja
O mundo que eu conhecia está perdido nas trevas
Ele é do céu ou do inferno?
E ele sabe
Que garantindo-me hoje a minha vida
Ele me matou assim mesmo?

Eu estou chegando lá, mas então caio
E as estrelas são negras e frias
Enquanto eu encaro o vácuo
De u mundo que não posso ficar
Eu escaparei então deste mundo
Do mundo de Jean Valjean.
Não há para onde fugir
Não há aonde ir...

(Ele se atira no imenso rio)

Colaboração e revisão:
  • Leandro Friedrich
  • Leonardo Andrade
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