Eu tento compor minha música,
Fazer o meu trabalho, estar na pele dos loucos,
Onde a inveja dos outros, hipócrita e cínica,
Maneja o freio conforme o cavalo.
Mas só quem charla com a alma,
Merece o batismo de alguma milonga,
Cutucando a palavra,
Seguindo a estrada do seu coração.
Vivo o que escrevo, sensitivo de mim,
E tiro do instrumento o bom da coisa ruim,
E creio que vale a pena
Lavar a erva do chimarrão...
Gosto de usar a paisagem,
Mapear as imagens num fundo de campo.
Gosto da tropa de cria,
Chamando a poesia pra perto do rancho.
Gosto da prosa sem lado
Pescando dourado no rio Uruguai,
Das crinas do salso,
Roçando no braço do meu violão.
(Ah! milonga, milonga, milonga, milonga,
Palavra dos meus peçuelos,
Contigo o tempo não tem segredos
Por onde eu for.) Bis
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