Minha viola
Tá chorando com razão
Por causa duma marvada
Que roubou meu coração
Eu não respeito cantadô que é respeitado
Que no samba improvisado, me quiser desafiar
Inda outro dia, fui cantá no galinheiro
O galo fugiu o dia inteiro, sem vontade de cantar
Nessa cidade todo mundo se atropela
Contra a tal febre amarela, que não cansa de matar
E a dona Chica, que anda atrás de mal conselho
Pinta o corpo de vermelho
Pro amarelo, não pegar
Eu já jurei, de não jogá com seu Saldanha
Que diz sempre que me ganha
No tal jogo do bilhar
Sapeca o taco na bola de tal maneira
Que eu espero a noite inteira, pra bola carambolá
Conheço um véio, que tem a grande mania
De fazê economia, pra modelo de seus filho
Não usa prato, nem cuica, nem caneca
E quando senta, é de cueca
Pra não gastá os fundilho
Eu tenho um sogro cansado de rogabofe
Que procurou o Voronoff, doutô muito respeitado
E andam dizendo que o enxerto foi de gato
Pois ele pula de fato, miando pelos teiado
Adonde eu moro, tem o Bloco dos Fumante
Que quase, a todo instante
Um cigarro vem filá
E os esganado, vem bancando o inteligente
Diz que tão com dor de dente
Que o cigarro faz passá
Mais de 15 cursos com aulas exclusivas, materiais didáticos e exercícios por R$49,90/mês.
Tenha acesso a benefícios exclusivos no App e no Site
Chega de anúncios
Mais recursos no app do Afinador
Atendimento Prioritário
Aumente seu limite de lista
Ajude a produzir mais conteúdo
Enquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClubEnquanto isso, fique por dentro das novidades!
Facebook CifraClub