Piri piri…
João, telegrafista e ninguém mais
Em sua estação, nenhuma pessoa
Mas tinha urgente o coração, mesmo sem nenhuma promoção
Batendo, batendo numa tecla só
Piri piri…
Elíptico, dos bons telegrafistas
Cortando flores, preposições
Para encurtar palavras
Para ser mais breve
Nessa necessidade, nessa necessidade
Conhece Alba, uma Alba pouco alva
À luz avermelhada, até mulata
Que um dia de manhã fugiu de casa para andar pela cidade
E tanta luminosidade se alimentar
Piri piri… história viva e urgente!
Ah, inutil alfabeto morse a mão
João, telegrafista, buscando, buscando Alba em cada um de seus telégrafos
Ah, quando a inveja é como essa
Amorosa, urgência, João, telegrafista
E ninguém mais, urgente!!
(Guitar) piri piri…
Por suas mãos passou o mundo
Um mundo que é urgente, criptográfico, rápido, cifrado
Passou o preço do café, passou o matrimônio de Eduardo oitavo
Hoje duquesa de Windsor, passaram cavaleiros na China
Passou a sensação de uma bomba
Passaram muitas coisas e entre elas passou a notícia do casamento de Alba… com outro
(Fisch) piri piri…
João, telegrafista, com seu coração urgente
Não diz palavras, só alguns pontos negros
Sem a mínima intenção simbólica pararam sob o seu telégrafo
Alba… é urgente.
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