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Duas décadas sem Kurt Cobain, o roqueiro mais influente dos anos 90

No já distante 5 de abril de 1994, o rock and roll conheceu um dos capítulos mais tristes de sua história. Há exatos 20 anos, a música ficava órfã do talento de Kurt Cobain, líder da banda Nirvana. Segundo laudos dos médicos legistas, depois de consumir doses cavalares de heroína, Cobain cometeu autoextermínio com uma arma de calibre 20. O corpo do músico foi encontrado três dias depois do óbito.

Kurt Donald Cobain nasceu em 20 de fevereiro de 1967, na cidade de Aberdeen, Washington, nos Estados Unidos. Segundo uma das lendas que circundam sua curta trajetória de vida, ainda na adolescência, Kurt confidenciou a um colega de escola uma espécie de premonição. Na ocasião, o jovem Cobain declarou que um dia seria um rock star, se mataria e teria o seu momento de glória assim como Jimi Hendrix (à época, Kurt não sabia que a morte de Jimi Hendrix não se deu por suicídio). “Histórias que o povo conta”, ou não, a “profecia” foi cumprida: Kurt Cobain morreu no auge da fama aos 27 anos, mesma idade em morreram Hendrix e mais uma porção de roqueiros icônicos.

Tecnicamente, Kurt não era um músico dos mais talentosos. Além de não possuir o mesmo grau da habilidade de guitarristas como Slash, Brian Jones ou Jeff Beck, o líder do Nirvana não era um vocalista nos patamares de Paul Stanley, Rod Stewart ou Steve Perry. Porém, Cobain soube mostrar que música de boa qualidade não depende de habilidade apurada. Com seu carisma único, simplicidade incomum e profundo apreço pela filosofia Niilista, Kurt entregou as canções necessárias à juventude desiludida e receosa dos anos 90.

É livre o direito e a escolha de amar ou odiar a obra de Kurt Cobain. É questão de bom senso, no entanto, reconhecer que Cobain construiu o legado musical mais influente de sua geração. Além de influenciar quase tudo que veio depois, o Nirvana conquistou o respeito de um sem-número de ícones veteranos do rock. Apesar de relativamente curta, a discografia da banda é coesa e forte o suficiente para fazer de seu porta-voz o último Messias do rock and roll.

A morte de Kurt Cobain deixou uma lacuna impreenchível no rock. Esse ícone da cultura pop deixou saudade a partir do segundo que sucedeu sua partida prematura. Enquanto o rock and roll vivo estiver, a memória de Kurt também viverá! Como o rock nunca morrerá, segundo Neil Young, Cobain já é eterno…

“Paz, amor e empatia!”

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