Nascem flores no asfalto
Enquanto os homens conferem seus bolsos
Abandonam seus velhos
Enquanto sacrificam seus moços numa guerrilha
Há um renovo que sobe só
E brota na terra seca
Desprezado por homens
Que agora disputam o pobre esgoto no chão da vida
Enxarcada de sangue e ódio vão abrindo feridas
E a verdade chegou aos olhos que podem ver
Cansadas
Mães de maio que choram nas nossas praças
São a noiva que espera seus filhos
Que o filho traduz
Nas chagas
Toda dor e o sangue das nossas casas
Que enfim descansaram nos punhos pregados na cruz
A esperança descansa
E quase todo amor se esfria
Só sobraram os ossos
E quem jamais esperou descanso na pátria antiga
Enxarcada de sangue e ódio
Vão abrindo feridas
E a verdade chegou aos olhos que podem ver
Cansadas
Mães de maio que choram nas nossas praças
São a noiva que espera seus filhos
Que o filho traduz
Nas chagas
Toda dor e o sangue das nossas casas
Que enfim descansaram nos punhos pregados na cruz
Cansadas
Mães de maio que choram nas nossas praças
São a noiva que espera seus filhos
Que o filho traduz
Nas chagas
Toda dor e o sangue das nossas casas
Que enfim descansaram nos punhos pregados na cruz
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