Notificações Amigos pendentes

      Luiz Marenco

      De Boca Em Boca

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      Tom: A
      A E7 A
      
       E7                 A E7           A
      (Andam falando por aí, de boca em boca
        B7                       E7
      Que a nossa fibra e nossa garra esmoreceu
        B7                        E7
      Que andam pisando em nosso pala
      D             A           E7                     A
      Quem consente é certamente porque a fibra já perdeu)   Bis
      
             E7                        A
      Nosso cobre da guaiaca anda minguado
               E7                      A
      Pelas coxilhas nuvem negra campereia
      (D)        B7         (A)             E7
      A pátria grande olha pra além do horizonte
      (E7)        B7          (A)         E7      Bis
      E aqui nos pagos a incerteza nos maneia
      ( )Int.
               E7                           A
      A nossa garra vem dos tempos das patreadas
               E7                      A
      A nossa fibra é a semente do passado
      (D)       B7          (A)             E7
      E o destemor é porque nunca aqui nos pagos
      (E7)       B7          (A)         E7        Bis
      Por estrangeiros nosso pala foi pisado
      ( )Int.
              E7                      A
      Meus irmãos, abram gaitas e gargantas
               E7                        A
      Numa canção que leve a fé por onde ande
      (D)         B7            (A)           E7
      E um canto livre há de elevar-se nas coxilhas
      (E7)         B7        (A)           E7        Bis
      Mostrando a raça deste povo do Rio Grande
      
       E7                        A E7           A
      Deixem que eles falem por aí, de boca em boca
       B7                         E7
      Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu
      B7                       E7
      E ninguém pisa em nosso pala
      D             A           E7                      A
      Quem consente é certamente, porque a fibra já perdeu
      Int.
                 E7                      A
      O sangue guapo dos heróis e dos valentes
                 E7                         A
      que ainda corre adormecida em nossas veias
      (D)        B7             (A)         E7
      há de aquecer-se em novas rondas e vigilhas
      (E7)       B7           (A)          E7         Bis
      nos dando força pra arrebentar as maneias
      
       E7                        A E7           A
      Deixem que eles falem por aí, de boca em boca
      B7                          E7
      Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu
      B7                       E7
      E ninguém pisa em nosso pala
      D             A           E7                     A
      Quem consente é certamente porque a fibra já perdeu   Bis
      Int.
        Composição: José Atanásio Borges Pinto - Cenair Maicá - Chaloy JaraColaboração e revisão:
        • kike

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